Depois dos ataques terroristas das últimas semanas, as grandes empresas tecnológicas tornaram-se um ‘alvo’ para quem considera que elas podiam fazer mais para combater organizações terroristas e iniciativas de propaganda.
O vice-presidente sênior da Google, Kent Walker, revelou no Financial Times as quatro medidas criadas pelo YouTube para combater terrorismo na plataforma de vídeo.
A primeira será uma maior aplicação de sistemas automatizados e algoritmos que ajudem a identificar conteúdo terrorista nos vídeos carregados na plataforma. Esses sistemas vão se tornar melhores quanto mais tempo forem utilizados mas, consciente que é preciso mais para combater conteúdo terrorista na sua plataforma, o YouTube vai requisitar ajuda de elementos humanos.
A segunda medida da Google é precisamente alargar o número de participantes do seu programa Trusted Flagger, o qual será responsável por analisar vídeos e assinalar os que violem as diretrizes da comunidade da plataforma. Mesmo os vídeos que não violem completamente estas diretrizes do YouTube não desfrutarão do mesmo destaque na plataforma, com a terceira medida prevendo a despromoção deste tipo de vídeos.
Por último, o YouTube pretende dar ‘luz verde’ a conteúdo contra-terrorista que será especialmente dirigido a usuários que tenham sido alvo de grupos extremistas.
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