O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro continua com as buscas para localizar o tenente bombeiro Ítalo J. P. dos Santos, 30 anos, que desapareceu no mar durante um treinamento na sexta-feira (23) pela manhã, próximo ao posto 2, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. O tenente é aluno do curso de especialização de salvamento marítimo da corporação.
Em geral, o trabalho de buscas feito pelo corpo de bombeiros é interrompido no período da noite para ser retomado na manhã seguinte, mas, neste caso, a operação entrou pela madrugada e conta com guarda-vidas e mergulhadores. Segundo a corporação, estão sendo utilizados “todos os recursos disponíveis, como embarcações, motos aquáticas, helicóptero e drone”. As buscas reúnem, ao todo, 200 militares.
O secretário de Estado de Defesa Civil e comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro, coronel Leandro Monteiro, disse que a operação não será encerrada enquanto o tenente não for encontrado. “As buscas seguirão 24 horas, dia e noite, com toda a nossa estrutura. Temos 200 militares, do Rio e de outros municípios, atuando neste momento na orla, com apoio de motos aquáticas, embarcações, quadriciclos, helicópteros e drone”, disse.
Ontem, quando o bombeiro desapareceu, o mar estava muito agitado, com ressaca e ondas de três metros. Neste sábado (24), a costa do Rio já está saindo da ressaca, mas as condições do clima, com ventos fortes, atrapalham o trabalho das buscas.
A família do militar está recebendo apoio da corporação por meio da diretoria de Assistência Social. Para o comandante-geral, o que aconteceu foi uma fatalidade.
“O Ítalo é um militar experiente, com formação diferenciada na nossa academia, oito anos de corporação e triatleta. No momento do acidente, ele participava de uma bateria com outros alunos, usava equipamento de segurança e estava sob supervisão de monitores, mergulhadores e motos aquáticas. Ele submergiu e não voltou à superfície. Desde então, todos os esforços estão sendo feitos para encontrá-lo. Não vamos parar”, afirmou Monteiro.
De acordo com o corpo de bombeiros, o curso de salvamento marítimo foi criado em 1983, é reconhecido em todo país e conta com instrutores e monitores experientes.
“Os alunos são acompanhados de perto por instrutores, que possuem à disposição motos aquáticas, pranchões, nadadeiras, rescue tube e botes, entre outros. Além dos equipamentos de resgate direto, a corporação mantém de sobreaviso ambulância e aeronave”, informou.
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